O Tribunal de Contas (TC)  considera que a actividade da Fundação Cidade de Guimarães é “pública e escrutinável”, pelo que “é susceptível de ser fiscalizada quer pelo Parlamento, quer pelo Tribunal de Contas”.

Esta foi a resposta do Tribunal ao Bloco de Esquerda que, no passado mês de Setembro, perguntou se a actividade da entidade que gere a Capital Europeia da Cultura não era pública e se era legítima a ocultação dos contratos de rescisão com os anteriores membros da Fundação. Os bloquistas não concordaram com o pacto de silêncio assinado entre os antigos responsáveis pela CEC e António Magalhães, que impedia o autarca vimaranense de falar sobre qualquer questão do passado.

O Bloco de Esquerda sublinha que o TC “deu razão” ao grupo parlamentar que

“sempre se bateu pela transparência e pela divulgação do uso dos dinheiros públicos geridos por aquela instituição”.

No seguimento da resposta do TC, a deputada do BE, Catarina Martins já enviou um requerimento à FCG solicitando “cópia dos contratos de rescisão com os anteriores membros do Conselho de Administração da Fundação Cidade de Guimarães”.

 

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